• PORTAL G7

Brasil: 1.057 óbitos; mais de 36,2 mil novos infectados


País acumula cerca de 279,2 mil mortes e mais de 11,5 milhões de casos confirmados de Covid-19, desde o início da pandemia. Recuperados correspondem a 87,8% do total de infectados.


Foto: YouTube



A soma de pessoas que morreram de Covid-19 alcançou 279.286. Em 24 horas foram registrados 1.057 óbitos. Ainda há 2.927 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.


O número de casos confirmados desde o início da pandemia chegou a 11.519.609. Entre ontem e hoje, foram registrados 36.239 novos diagnósticos de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. Ontem, o total de pessoas infectadas até o momento estava em 11.483.370.


Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite de hoje (15). A atualização é produzida a partir das informações levantadas pelas autoridades estaduais e locais de saúde sobre casos e mortes provocados pela Covid-19.


O número de pessoas recuperadas chegou a 10.111.954. Já a quantidade de pessoas com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.128.369.


Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras tendem a ser maiores já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim-de-semana.





Estados


O ranking de estados com mais mortes pela Covid-19 é liderado por São Paulo (64.223), Rio de Janeiro (34.330), Minas Gerais (20.687), Rio Grande do Sul (15.105) e Paraná (13.626).


Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.129), Amapá (1.187), Roraima (1.232), Tocantins (1.697) e Sergipe (3.141).



Vacinação


Até o início da noite de hoje, haviam sido distribuídas 20,1 milhões de doses de vacinas.


Deste total, foram aplicados 11,8 milhões de doses, sendo 8,8 milhões da 1.ª dose (4,1% da população brasileira) e 2,9 milhões da 2.ª dose (1,3% da população brasileira).



Fonte: Agência Brasil

2 visualizações0 comentário